O PARAÍSO DOS CHIMPAZÉS
Números 14:1-10
Jó 3–4
Atos 7:44-60
Eugene Cussons resgata chimpanzés. Muitos são órfãos devido ao trabalho dos mercadores de carnes exóticas e foram retirados da floresta quando eram bebês. Muitos passaram a vida toda confinados em espaços menores que a cela de uma prisão. Quando Cussons os leva para a reserva que ele chama de “Paraíso dos Chimpanzés,” geralmente, encontra criaturas hostis e desconfiadas.
“Estes chimpanzés não percebem que eu sou da turma do bem”, afirma Cussons. Quando ele tenta colocá-los em uma jaula menor para transportá-los ao seu novo lar, eles reagem com agressividade. “Não sabem que vou levá-los de volta ao Paraíso dos Chimpanzés e dar-lhes uma vida muito melhor.”
Numa escala muito maior, a oferta de Deus para nos libertar da escravidão do pecado normalmente encontra resistência. Quando resgatou o povo de Israel do Egito, Deus os levou a lugares difíceis que fizeram com que eles duvidassem das Suas boas intenções. “Não nos seria melhor voltarmos para o Egito?” murmuravam (Números 14:3).
Em nossa jornada de fé, há momentos em que a liberdade para pecar, que já deixamos para trás é mais atraente do que as restrições impostas diante de nós pela fé. Precisamos confiar nos limites de proteção oferecidos pela Palavra de Deus como o único caminho para chegarmos ao lugar da liberdade suprema. —JAL
A obediência a Deus é a chave para a liberdade.









