O que farei?
Mateus 22:1-22
Meu mentor e melhor amigo há anos diz que ao estudar a Bíblia a sua meta é sempre a aplicação pessoal. Admiro a ênfase que ele dá à prática daquilo que se aprende, pois é muito fácil para nós; que estudamos, debatemos, ensinamos e escrevemos sobre a Bíblia apresentarmos apenas uma abordagem intelectual sobre a Palavra.
Oswald Chambers declarou: “Existe o perigo dos filhos de Deus tornar-se familiarizados demais com aquilo que é sublime. Falamos tanto sobre estas maravilhosas realidades que esquecemos de praticá-las em nossas vidas. É perigosamente possível confundir a exposição da verdade pela própria verdade; acreditar que porque somos capazes de expor sobre estes temas, também os praticamos.”
Tiago nos lembra que aquele que “considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (Tiago 1:25). A questão principal não é o que é pregado ou escrito, mas o que é feito.
Ao estudar a Palavra de Deus, minha primeira pergunta não deveria ser: “O que direi sobre isso?”, mas “O que farei sobre isso?”
Dar um passo de obediência equivale anos de estudo sobre este assunto. —Chambers





