Violência não Obrigado
Eram as eliminatórias para a Copa do Mundo de futebol de 1970. Era somente
mais um jogo. Mas, infelizmente, os torcedores daquele jogo não tinham este
sentimento: como resultado dos problemas que aconteceram em campo,
começou uma guerra entre dois países. Sim, você leu direito: a guerra entre
Honduras e El Salvador começou num jogo de futebol!
Todos os processos violentos começam da mesma maneira: ameaças
contestadas. A ameaça é o primeiro passo da violência. Quando alguém
ameaça, está esperando que lhe contestem: a pessoa ameaçada responde a
esta ameaça e se vinga do ameaçador. É um processo muito simples, mas ao
mesmo tempo muito perigoso, por uma razão: a contestação à ameaça — a
vingança — sempre é superior em grau e em violência à ameaça anterior.
Por este processo, a violência se multiplica; e muitas pessoas que não participaram
na agressão original, são agora ameaçadas e respondem com mais
ameaças e violência.
É um processo pecaminoso e impossível de parar, porque cada pessoa
tem dentro do seu coração a raiz da violência: o pecado. Seria muito simples
erradicar a violência do esporte (da vida, das guerras) se o coração de todas
as pessoas fosse limpo, mas o grande problema é que o pecado reina no
mundo porque reina também em nosso coração.
A violência é uma imposição do mal. Os animais não são violentos sem
razão “existencial” (de defesa própria). Só nós, os miseráveis humanos, somos
capazes de destruir, mentir, acabar com outra pessoa, ameaçar, e até matar
em situações que não têm qualquer importância!
Deus nos ensina que só existe uma saída: não responder. Simples assim.
“Sua glória consiste em passar por cima de uma ofensa”, é o que Deus diz.
Não dar importância a uma ameaça, não responder é algo glorioso! Não responder
a uma ofensa significa cortar a raiz da violência. Não importa que os
outros saiam contentes pensando que nos humilharam! A maior humilhação é
ter o coração cheio de maldade e violência: não esqueça que cada um mostra
aquilo que tem no seu coração. Só necessitamos seguir um exemplo: o
Senhor Jesus nos ensinou a perdoar unilateralmente, ainda que a outra pessoa
não o mereça. Lembre-se: diante de qualquer ofensa ou ameaça, sua
glória consiste em não responder!










Foi realmente muito esclarecedor e uma resposta as minhas cojitações do coração , como missionária do Senhor e trabalhando com crianças numa pequena estância chamada “Ponte Alta” pude ver muita violência verbal e física com minhas crianças.Em minha caminhada aprendi que existe o “opressor” e aquele que se deixa ser oprimido.Mas quando se trata de crianças percebi que os pais, parentes, vizinhos etc. o adulto geral se apraoveita da fragilidade da criança para jogar em cima delas todos os seus desgostoa e frustações e o pior é que crianças não se dão conta disse e muitas vezes não podem entender tudo isso. Quando então encontram alguém que lhes ama querem logo viver com está pessoa. o que se diz nesse comentario é muito real e mais me apercebo de que nossas orações tampando as brechas na vida dessa crianças é de extrma urgência e necessária. Obrigada! E a quem possa interessar ore comigo por elas. Sl 43:3.