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28 de junho de 2011

Olhando para diante

Bill Crowder
Hebreus 11:23-31
Moisés […] recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado. —Hebreus 11:24-25
Jó 11–13
Atos 9:1-21

Durante a Guerra Fria (1947–91), um período de tensão entre os maiores poderes do mundo, Albert Einstein disse: “Não sei quais armas serão utilizadas na Terceira Guerra Mundial, mas na Quarta Guerra Mundial serão paus e pedras.” Foi um momento de clareza, cujo ponto principal recaía nas consequências da escolha de lutar uma guerra nuclear. Independente dos motivos para tal escolha, os resultados seriam devastadores.

Infelizmente, nem sempre enxergamos à frente com tal clareza. Às vezes, as implicações das nossas escolhas são difíceis de prever. E, às vezes, estamos pensando somente no presente.

De acordo com Hebreus 11:24-26, Moisés olhou adiante e fez uma escolha baseada em possíveis consequências. “Pela fé, Moisés, quando já homem feito […] preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão.”

A escolha de Moisés não foi fácil, mas sua retidão tornou-se clara porque ele sabia que as tribulações que enfrentava por viver piedosamente se tornavam toleráveis frente às futuras recompensas. Quando olhamos para diante, estamos dispostos a suportar “a reprovação de Cristo” — os tempos difíceis que advêm por estarmos associados a Jesus — em troca da prometida recompensa por agradarmos a Deus?

Se dependermos de Cristo para tudo, poderemos suportar tudo o que nos vier.


6 Responses a “Olhando para diante”

  1. Livia Lima disse:

    Senhor, obrigado por estar me sustentando em toda essa batalha. Coloco diante do teu altar a minha necessidade de sabedoria e fé.Confio que tens grandes projetos em minha vida.
    Me fortalece nos caminhos do senhor.

  2. António Vieira Cardoso disse:

    Obrigado por este ensino, que Deus continue abençoar o irmão, e faça de si um verdadeiro vencedor, que são todos aqueles que, tal como o irmão, não ficam apenas por ler a Bíblia, mas sim a ensinar a Bíblia.
    Quando lemos a Bíblia ela nos ensina, quando falamos da Bíblia aos outros, ela nos usa, e quão bom é sermos usados pela Bíblia.

    Mais uma vez obrigado.

  3. @Sheilla_Reis disse:

    “TUDO posso naquele que me fortalece.” Não significa que só posso ganhar vitórias. Posso enfrentar lutas, batalhas, guerras, aflições, perseguição, TUDO, vitórias, bençãos. Não importa TUDO o que passarmos, em TUDO Deus nos FORTALECERÁ! COM ELE TUDO PODEMOS, E COM SUA FORÇA PARA NÃO CAÍRMOS!!!
    I LOVE MUCH MY BIG GOD!!! *-*

  4. Wesley Oliveira disse:

    Quando decidimos seguir a Cristo, não podemos esperar nada menos do que coisas semelhantes que aconteceram a Ele. Se Ele foi perseguido também o seremos, contudo como Ele, também seremos glorificados e receberemos o galardão do Pai Celestial.

  5. Anabela Correia, Singapura disse:

    “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” (2 Tim 3:16-17)

  6. Almir de Lima - Porto Calvo/AL disse:

    Israel estava sob o jugo egípcio e um casal da tribo de Levi resolve gerar em meio às adversidades mais renhidas. O interessante é que aquele casal (Anrão e Joquebede)já possuía dois filhos (Arão e Miriã), daí os dois podiam esperar que a fúria de Faraó pudesse cessar para, então, gerar o terceiro filho (que poderia ser um menino e, assim, morrer). O glorioso é que o nome Anrão significa “amigo do alto” e Joquebede, “o Senhor é a minha glória”… Aleluia! Quem tem o Amigo do alto e sabe ser Ele a sua glória, não teme os decretos de morte dos terríveis Faraós espirituais. Não deixemos de gerar nos momentos adversos, pois Deus é fiel para preservar vivo o Seu projeto dentro de nós e também quando já se reflete através de ações exteriores. Honrando a fé do casal, Deus permite que Joquebede entre na história como a única mãe que ganhou salário para criar o próprio filho. E foi essa educação hebréia, pautada pela Palavra de Deus, que deu a Abraão a firmeza de desprezar os tesouros perecíveis do Egito para abraçar a imarcescibilidade do Reino de Deus. Imaginemos os prejuízos para o povo hebreu, se aquele casal tivesse temido a Faraó e não mais resolvesse frutificar. Lembremos que os frutos gerados durante as lutas mais vorazes são exatamente aqueles que produzem maior glorificação para o nome do Senhor. Chega um momento que a decisão é nossa, somente nosssa: escolher as riquezas do Egito, ser chamado filho da filha de Faraó OU cumprir o propósito de Deus, libertando o Seu povo da escravidão. Qual será a nossa escolha? Olhe…

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