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22 de agosto de 2011

Pondere suas veredas

David C. McCasland
Provérbios 4:14-27
Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração […] pondera a vereda de teus pés… —Provérbios 4:23,26
Salmos 110–112
1 Coríntios 5

Karl Rabeder, um austríaco de 47 anos, doou toda a sua fortuna de aproximadamente oito milhões de reais após constatar que a sua riqueza e o esbanjamento o mantinham fora da realidade e felicidade. Ele afirmou numa entrevista: “Sentia que estava trabalhando como escravo para coisas que não desejava e nem precisava. Foi o maior choque da minha vida perceber como o estilo de vida “cinco estrelas” era horrível, cruel e sem sentimento. Seu dinheiro agora financia instituições de caridade que ele fundou para ajudar pessoas na América Latina.

Provérbios 4 estimula-nos a refletir cuidadosamente sobre o nosso próprio caminho na vida. A passagem contrasta o caminho livre, desimpedido do justo com o caminho escuro e confuso do perverso (v.19). “Então, ele me ensinava e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos e vive” (v.4). “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (v.23). “Pondera a vereda dos teus pés, e todos os teus caminhos sejam retos” (v.26). Cada versículo nos encoraja a avaliar onde estamos na vida.

Ninguém quer passar pela vida num caminho egoísta e insensível. Mas pode acontecer a menos que reflitamos para onde estamos indo e peçamos ao Senhor para nos conduzir. Que Ele nos dê graça ainda hoje para aceitarmos a Sua Palavra e o seguirmos de todo o coração.

Você está na direção certa quando caminha com Deus.


9 Responses a “Pondere suas veredas”

  1. ana vilma disse:

    Todas as coisas me são licitas mais eu não me deixarei me levar por elas!amem

  2. ,nisia maria de sousa disse:

    o dinheiro em si não é problema e sim a maneira como é usado,é bom ter dinheiro para podermos ajudar a quem precisa,nas obras missionarias,( na obra do SENHOR).
    devo colocar meu coração em JESUS,PARA que ELE POSSA me conduzir por caminhos retos e que eu possa trabalhar na tua obra.

  3. Evandro Teruel (SBO - SP) disse:

    Resposta ao Almir…
    Querido irmão, nós sabemos que não há nemhum mau no dinheiro em si…
    Ao contrário, dinheiro é muito bom. Com dinheiro:
    - Mantemos nossa família;
    - Sustentamos a obra missionária ajudando a propagar o evangelho;
    - Cumprimos a missão social ajudando pessoas carentes;
    - etc e tal.
    No caso de ‘Karl Rabeder’, ele cobiçou o dinheiro 1Tm 6.10 ‘Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.’ e depositou ali sua confiança Lc 12.34 ‘Porque, onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração’ e não acredito que foi fraco, pois ele é carne e como tal não pode resistir a tentação de fazer de seu dinheiro o seu deus…Algumas pessoas são fracas concernente à mulher, outros são fracos quanto à bebidas e drogas. Karl tinha uma fraqueza, a saber ‘dinheiro’ mas foi corajoso o suficiente para livrar-se dele à tempo MT 18:9 ‘E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno’ para ser feliz, fazer outras pessoas felizes e herdar a vida eterna.

  4. Wesley Oliveira disse:

    Alto nível de altruísmo ou demonstração de fraqueza, eu não saberia qualificar com certeza a atitude de Karl. Mas esse exemplo me faz lembrar do jovem rico, a quem Jesus fez o desafio de doar suas riquezas aos pobres e seguí-lo. Quem sabe foi esse mesmo chamado que Karl ouviu e prontamente atendeu. Se colocarmos os dois em comparação, Karl foi mais bem aventurado.
    Mas a lição que aprendo aqui hoje, é que devo colocar meu coração em nenhum outro lugar se não em Jesus, minha fonte de riqueza e satisfação.

    Abençoada semana para todos.

  5. Ricardo Alves da Silva disse:

    Ode está o seu tesouro está o seu coração… Simplesmente ele sentiu o toque do Espírito Santo e o fez. Não se trata de ter ou não coragem: trata-se de obedecer. Para ele hoje, seu tesouro é outro… Graça e paz…

  6. Edilson disse:

    O exemplo acima me lembra as palavras de Cristo ao jovem rico lhe pedindo que deixe tudo e siga-me. Nunca vi riqueza como algo ruim mas no exemplo acima fico feliz pela atitude do empresario. Se o dinheiro ou riqueza estava tomando o precioso tempo e lugar no coração porque não abrir a mão e ajudar outras pessoas ainda em vida?

    Vejo em nosso pais e por onde passo pessoas que correm tanto atraz de riquezas, o acumular que nunca é ou sera suficiente e perderão o mais precioso em usa passagem nesta vida: – O estar na diante de Deus inclusive usando seus recursos para ser benção a outras vidas”.

    Fico pensando se os quase 40 milhões de evangelicos no Brasil se comoprometessem com missões não somente em oração mas também com seu coração e bens. Se eles na medida do possivel resolvessem colocar suas empresas, vidas e bens para gerar recursos para propagar o a maravilhosa benção que um dia eles receberam “a presença do Espirito na vida deles”. Que Deus nos abençøe!

  7. Edilene disse:

    RESPOSTA PARA COMENTARIO ALMIR

    ALMIR SINTO PELO SEU PENSAMENTO SOBRE KARL, EU NÃO ACREDITO QUE ELE TENHA SIDO FRACO, ACREDITO QUE ELE TENHO TIDO MUITA CORAGEM PARA SE DISPOR DE TUDO AQUILO QUE O AFASTAVA DE DEUS, FRAQUEZA OU COVARDIA SERIA ELE ABRIR MÃO DO QUE LHE ERA MAIS IMPORTANTE.

    O QUE PARA VOCE É MAIS IMPORTANTE?

  8. Almir da Silva Lima Porto Calvo/AL disse:

    Não concordo com a atitude de Karl Rabeder em doar TODA a sua fortuna por perceber que o acúmulo de riquezas o impedia de desfrutar a verdadeira felicidade. Ficar desprovido de meios que o permitissem viver dignamente, tendo-os, passa a ser uma inépcia. Não tem que ser necessariamente dessa forma para que então nos livremos da situação conflituosa; bastava convidar ao Senhor para enviar as coordenadas celestiais necessárias para que os bens fossem administrados corretamente. Possuir riquezas oriundas de negócios honestos é muito salutar, principalmente quando o coração do seu dono se inclina ao beneplácito do serviço voluntário e benemerente. Por que não manter as instituições de caridade com parte de sua riqueza, sem necessariamente ter que passar para outrens assim procederem? O que pude sentir na verdade é que o amado Karl foi “fraco” (poderia ter usado aqui um eufeminsmo) e, assim, não teve ânimo para afungentar os inimigos que teimam em arruinar a nossa vida em todos os ângulos. O melhor teria sido lidar com os sentimentos aprisionadores que o amor ao dinheiro produz na alma, ao invés de livrar-se da situação de uma forma tão lânguida. Fica aqui o nosso registro…

    • André Mafei disse:

      Fugir da tentação:
      1 Cor 6:18
      Tim 2:22

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